Termas da Fonte Santa reconhecidas oficialmente.

02.04.08

foto                                

A Ministra da Saúde, Ana Maria Teodoro Jorge, já reconheceu oficialmente as propriedades terapêuticas das Termas da Fonte Santa de Almeida.

Despacho n.º 8222/2008

A Comissão de Avaliação Técnica propôs o reconhecimento das indicações terapêuticas das águas minerais das termas de Almeida — Fonte Santa para doenças do aparelho respiratório e reumáticas e músculo-esqueléticas, nos termos da alínea g) do n.º 5 do artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 142/2004, de 11 de Junho, tendo a Direcção -Geral da Saúde procedido ao seu reconhecimento.

Assim:

1 — Nos termos e ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 30.º do
Decreto -Lei n.º 142/2004, de 11 de Junho, atribuo às termas de Almeida - Fonte Santa as indicações terapêuticas seguintes:
a) Doenças do aparelho respiratório;
b) Doenças reumáticas e músculo -esqueléticas.
2 — O presente despacho produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação.
3 de Março de 2008. — A Ministra da Saúde, Ana Maria Teodoro Jorge."

É esta a cópia do texto do Despacho publicado no D. R. n.º 56, de 19 de Março último ( http://www.dre.pt/pdf2sdip/2008/03/056000000/1206512066.pdf ) e que reconhece oficialmente as propriedades terapêuticas das Termas da Fonte Santa.

Aguarda-se agora a conclusão definitiva do novo balneário, em especial a execução do novo furo, mais próximo do novo edifício e com maior capacidade (um furo com 1000 metros), para o arranque definitivo dos tratamentos na nova estrutura.

 

Autor (António Reinas - Rádio Fronteira)

publicado por damasceno às 23:20

ASAE !!!!

02.04.08

                                         

O Estado criou a ASAE e a ASAE recriou um país diferente daquele que tínhamos. É certo que um país mais limpo e asseado, mas em contrapartida um país ridiculamente vigiado. Como era de esperar, ao fim de algum tempo começaram a chover críticas, a maioria delas razoáveis. As bolas de Berlim não podiam ser vendidas como sempre; as cozinheiras não podiam congelar os salgados, como sempre; alguns produtos regionais não podiam ser consumidos, como sempre.

Então, o Estado teve outra ideia fabulosa: decidiu fazer um levantamento dos produtos tradicionais que necessitem de um enquadramento específico. Foi aprovado esta semana no Parlamento um grupo de trabalho que se dedicará a essa momentosa questão. De acordo com um deputado do PS, esse grupo vai saber quais os produtos que necessitam de condições especiais para a sua produção, transporte ou comercialização normais.

Ou seja, traduzido em português corrente, o grupo de trabalho vai dizer quais os produtos que não ficam sob a alçada dos regulamentos da ASAE - isto é, quais as excepções à regra.

Ora aqui está uma solução engenhosa para o excesso de leis e de regulamentos: fazer mais leis e regulamentos que limitem as leis e regulamentos já feitos. É um encadeado interessante e que, com imaginação, pode ser levado ao infinito.

É extraordinário, num país onde toda a gente sabe e afirma que há excesso de leis, a existência desta espécie de legisladores compulsivos. E a existência das célebres excepções, buracos e contradições legais pelos quais entram o favor, a pequena corrupção, o golpe.

Ninguém aprende com a experiência?

A música e as elites

As elites sempre tiveram as costas largas, sobretudo quando se trata de culpar alguém. Deve ser por isso que que o Ministério da Educação considera que o ensino especializado de música que se ministra nos Conservatórios deve acabar.

Vamos à democratização do ensino do violino e do oboé. Em breve, os alunos de qualquer escola saberão tanto de música como de matemática. E ver-se-á, então, que foi assim que nasceu um problema que não existia.

LNEC

Pouco a pouco, o Governo vai cedendo. Um Governo assim é um Executivo simpático, tal qual se pretende para épocas eleitorais.

Depois do aeroporto, chegam agora os estudos sobre a terceira travessia do Tejo. Não importa que o Conselho de Ministros tenha aprovado uma resolução a dizer que a travessia era Chelas-Barreiro - não, isso interessa pouco. O que importa é que haja acordos e, se a CIP prefere a Beato-Montijo, com um túnel Algés-Trafaria, o LNEC decide. O estilo impositivo acabou. Agora, voltou o diálogo.

publicado por damasceno às 19:43

Cadeia da Vida!!!!!

02.04.08
  • O Pobre e o Rico são duas pessoas;
  • O Soldado defende os dois;
  • O Contribuinte paga pelos três;
  • E o Operário trabalha para os quatro;
  • O Vadío come dos cinco;
  • O Capitalista explora os seis;
  • E o Advogado vive dos sete;
  • O Bébado ri-se dos oito;
  • O Confessor absorve os nove;
  • O Médico trata dos dez;
  • E o Cangalheiro enterra os onze;

Há dúvidas???? Não há nem pode haver!!!!

publicado por damasceno às 17:48

VIVER ou SOBREVIVER

02.04.08

A realidade para a maior parte dos funcionários públicos deste país é muito má, diria antes, muito negra. As carreiras congeladas, os aumentos dos vencimentos abaixo da taxa de inflação nacional, ou seja, o funcionário público é sempre o carrasco das más políticas governativas do país. Em 1998 um operador de reprografia auferia um vencimento de 54 mil escudos e passados 10 anos o mesmo aufere um vencimento de pouco mais de 500 euros. Olhando para os números de um ponto de vista económico constatamos que teve um aumento de 100% no seu vencimento, mas se olhar-mos para os números na óptica do “poder de compra” constata-se que o mesmo pouco ou nada aumentou, sendo optimista, pois o preço dos bens essenciais e a inflação também aumentaram. Para quem não vive esta realidade e não entendeu o que realmente se passa então aqui vai um exemplo de um mero funcionário solteiro com um vencimento de 650€. O funcionário recebe os 650€ correspondentes ao seu vencimento, dos mesmos retira 300€ para a renda do seu apartamento (T1), mais 30€ para a luz e sobram 320€. Dos mesmos gasta cerca de 100€ em combustível para se deslocar para o trabalho e assim sendo sobrem 220€. Aproveitando para carregar o telemóvel com 10€ (sim porque é uma coisa que faz falta principalmente quando se está longe da família e para namorar um pouco) sobram uns míseros 210€ para a alimentação, vestuário, calçado e outros bens de primeira necessidade ao longo de 30 dias são necessários à sobrevivência do ser. Sim falo apenas dos bens de primeira necessidade, pois os de segunda e terceira nem vê-los. É esta a verdade nua e crua de muitos funcionários públicos neste país. O funcionário público paga os seus impostos na totalidade sobre os rendimentos auferidos, ao contrário do que é prática recorrente em muitas empresas do sector privado. Assim sendo deixo aqui uma pergunta a quem quiser responder: Com 210€ por mês para se “governar” acham que se vive ou sobrevive?

Autor ( Amigo Viktor Valente)

publicado por damasceno às 08:45

Prémios de desempenho para bombeiros com melhores notas

02.04.08

Voluntários estão sujeitos a critérios de avaliação a partir de hoje

Identificar necessidades de formação e criar mecanismos para atribuição de "prémios de desempenho" são os principais objectivos do Sistema de Avaliação dos Bombeiros Voluntários, que hoje entra em vigor. Pela primeira vez estão definidos critérios e grelhas de avaliação que visam contribuir para uma "nova cultura de gestão dos bombeiros".

O processo abrange todos os voluntários no quadro activo e o mapa terá de ser enviado, anualmente, à Autoridade Nacional de Protecção Civil. Para permitir a adaptação das corporações, admite-se que algumas adoptem progressivamente o sistema até final de Fevereiro do ano que vem.

O despacho do secretário de Estado da Protecção Civil, ontem publicado em Diário da República, define quase tudo sobre a metodologia de actuação. Quase tudo, porque deixa uma "grande incerteza", afirma Duarte Caldeira, da Liga dos Bombeiros os critérios para a atribuição dos prémios de desempenho. De facto, no texto legislativo consta apenas uma breve referência à "atribuição de prémios de desempenho, nos termos das normas aplicáveis" - faltando apontar com precisão esses mesmos termos.

Já quanto às acções de formação previstas - que terão como objectivo a profissionalização do bombeiro -, é explicado que ficam reservadas a quem tenha um "desempenho muito bom" em três anos consecutivos.

Aos avaliadores caberá, assim, justificar as avaliações de "muito bom" e de "desempenho inadequado". O regulamento deixa aos bombeiros um prazo de cinco dias para uma eventual reclamação, e outro de 15 para a decisão final. Um "desempenho inadequado" vai forçar uma outra fase do processo a identificação dos critérios avaliados negativamente, para posterior formação do voluntário.
Quanto ao "desempenho excelente", terá que ser proposto e justificado pelo respectivo comandante do corpo de bombeiros. Esse mérito será publicitado.

Fonte (J.N)

publicado por damasceno às 08:21

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